texto na integra do smegma... compre o seu naquela porra de evento!
As Tetas
Olá, classe! Hoje iremos conversar sobre um assunto de extrema importância vital e social para a raça humana. Não, não tem nada haver com aquecimento global, matança de foquinhas fofinhas – que tem uma estranha alergia fatal à pauladas na cabeça – e nem caça de baleias. O assunto é teta. Ou melhor, tetas, peitos, seios, mamas. Enfim, aquelas protuberâncias estranhamente sedutoras e, definitivamente, malignas que as fêmeas humanas – espécie mamífera, caracterizado pelo polegar opositor e a imensa variedade de formas que encontra para brincar com seus órgãos genitais.
Bom, caros alunos, se você é um homem (ok ok, garoto) obviamente já obteve muito prazer com um par de peitos – menos você aí do fundo, seu gordinho punheteiro. Se for mulher, bem, pode apostar que as suas tetas, sim, são menores do que a da Claudinha, aquela gostosa.
Origem
Muitos tentam entender da onde vieram, e para onde vão, estes instrumentos femininos de tortura em massa – alguns insistem em afirmar que eles servem para a amamentação dos infantes, mas essa corrente de pensamento é composta por homens que não tiveram encontros muito agradáveis com seios.
A idéia mais aceita entre os religiosos (pode apostar que os que afirmam não pensar na coisa são os que mais perdem reuniões por ela) é que foi Deus, O Sacana-Mor, quem inventou. Mas é óbvio que não foi Ele, e como seria possível? O Senhor inventou coisas como girafas, sol, provas de matemática, bafômetro e peixe-boi. Ele nunca teria imaginação para tal feito. Corre à boca pequena que um estagiário os criou enquanto o Sacana puxava um ronco no sétimo dia. Boatos também afirmam que o mesmo estagiário criou o ornitorrinco, num acesso de dinamismo, criatividade e próativismo. Não importa, todos sabem como acabou a história: Ele ficou puto e mandou o estagiário, um tal de Gabriel, para “os quintos dos Infernos”.
Cientificamente falando, a utilidade pratica dos peitos acaba aonde o pudor masculino começa, ou seja, em lugar algum. São excessos de gordura que por algum motivo – ninguém sabe direito, quem fala que sabe ta mentindo – expele leite. Algo deveras nojento se analisarmos em retrocesso e perceber a mesma arma de sedução consegue produzir um queijo-coalho de primeira qualidade.
Efeitos
Os efeitos de um par de tetas em frente a uma multidão diferem para a qualidade das mesmas. Quanto maiores, melhor é o efeito alucinógeno. Na Eslovênia, já foi registrado, por volta de 1437 d.C, que uma multidão de camponeses enfurecidos foi completamente dominada pelos peitos da Rainha, que arrancou suas vestes enquanto os insurgentes tentavam invadir o castelo, afirmando eloqüentemente: “se querem derrubar ao Reinado, lhes entrego meu corpo nu e minha alma despida em troca da paz”. Bom, os camponeses entraram em frenesi completo, mas, ao contrário do que a loquaz e deliciosa Rainha desejava, eles arrebentaram mais rapidamente as grades do castelo, dizimaram a guarda real (1.000 soldados bem armados, os insurgentes eram compostos por um grupo de 35 camponeses analfabetos, o restante dos habitantes preferiu ficar tomando uma “gelada” depois do expediente) e avançaram contra a Rainha. Até hoje a ciência não consegue explicar como 36 homens (é claro que o Rei não deixou aquela oportunidade passar) conseguiram penetrar, ao mesmo tempo, uma só mulher.
Outro caso secular do efeito inebriante que as tetas causam é de Joana D’Arc, guerreira francesa, e gostosa nas horas vagas. Só que dessa vez o tiro saiu pela culatra. Ela afirmava escutar a voz Dele (já foi descoberto que “Ele”, no caso de Joana, era um vizinho que havia descoberto uma maneira de fazer sua voz parecer divina, nada que uma torta de limão, um albanês e uma colher de chá não façam) e por isso decidiu livrar a França do controle bretão (não, não do esporte bretão, sua besta, estamos falando de peitos e não de futebol, moleque burro). No final, Joana, uma moça católica, não quis mostrar os peitos para ninguém, nem sob ameaça de morte. O Papa ficou tão enfurecido que mandou queimarem a coitada, daí que veio a antiga canção de ninar: “Queima, Jesus, o queima ela! Queima, Jesus, até torrar!” (Jesus era o ferreiro que tinha acesso mais rápido ao fogo).
Para onde vai?
Ah, esse é um outro problema com os peitos. Mas tenha certeza, eles não vão para as suas mãos ou boca tão cedo. Só depois de flores, chocolate, um “te amo” fingido e algumas doses de vodka. Até lá, fique com as da sua mãe, estão sempre disponíveis, acessíveis, sem muita burocracia e se ela estranhar só afirme que está sentindo-se nostálgico e gostaria de reviver as coisas boas da infância.
caio caraio
Lá em campos todo mundo gosta de BREJA!! [parte 1]

"Caralho, acho que não vai rolar de ir para Floripa meu, muita grana"
"Essa porra de Ndesign, podia ser mais longe, talvez no Inferno..."
"Já sei, o Daniel falou que a Livraria Cultura montou um estande em
Campos do Jordão e a molecada tá arrecadando uma grana, se fantasiando
de anjo, vendendo poesia e tals... O que você acha?"
"... A fábrica da Baden-Baden fica lá e tem degustação de chopps no vasco..."
E assim deu início mais uma jornada de dor, suor, sangue, cevada,
malte e lúpulo (que por acaso é ruim pá porra!) na terra do frio
infernal, mulheres gostosas, carros importados e alguma coisa mais que
não lembramos.
Ééé embriagado e maldito leitor deste release (dividido em três partes
por questões de preguiça para escrever tudo de uma vez só...),
acredite se quiser, o FioFó (benn fundo) esteve lá para acabar de vez
com essa putaria de vender fanzine somente em eventos de virgens!
Chega disso! Quem nós queremos enganar? Nesses eventos existem
trocentos fanzines, diga-se de passagem que alguns são bons prá
caralho - com exceção dos mangas, lógico -, mas no contrapeso existem
muitas porcarias de xerox barata, que se perdem no meio dos
"Pró-zines" (expressão estúpida, pra dizer que um fanzine é bonito) e
acabam por perder sua identidade, o que não acontece em No FioFó Todo
Dia, porque a gente diz que põe só a cabecinha... E isso realmente não
existe! Pode perguntar pra sua namorada, agente não colocou só a
cabecinha! Háááááá!!
Com você os melhores momentos de "FioFó Bem Fundo Jordan´s Camp
Fucking Trip", em ordem cronológica de acontecimentos:
20 de julho,
07h00 – Começa a porra da viagem. Engraçado que vimos diversos
outdoors falando de revisão automotiva e segurança na estrada, mas
ninguém notou.
07h25 – Barulho estranho na roda dianteira direita.
08h00 – A roda dianteira é substituída por uma criança queniana, que
segura o eixo do carro e vai correndo (como aquelas porras correm,
rapaz!).
10h00 – Já é a quinta vez que passamos por Pindamonhangaba.
10h30 – Sexta vez...
10h40 – Chegamos a Jordan's Camp, soubemos disso pelas gostosas e por
nossos respectivos membros viris terem se transformado em palitinhos
inofensivos devido ao frio siberiano.
11h00 – Começamos a montar o acampamento e nos demos conta que a
cerveza já estava gelada pra caralho. Um fato curioso e que já pegamos
ela diretamente da prateleira do mercado, gelada (o Fó vai repetir
este fato para toda e qualquer pessoa, o tempo todo, durante o resto
de sua vida... "Mano, em Jordan's Camp dá para tomar cerveza na
temperatura ambiente!").
11h45 – O acampamento já está bambo e oito latinhas de Brahma foram
mandadas para experimentos, no Laboratório da Putaquepariu.
12h00 – O almoço (hahahahaha) começa a ser preparado (hahahahahahaha,
essa foi foda...).
13h10 – Após digerir lingüiça na manteiga e arroz empapado, alguém
sugere uma sonequinha.
13h15 - É iniciada uma briga no interior da barraca, a perícia ainda
não sabe informar a causa do tumulto. Rumores dizem que o motivo é o
falecimento de Antônio Carlos Magalhães.
13h25 – O fundo tem sua cueca brutalmente arrancada pela parte de cima
por canibais cartunistas.
13h45 – A retaliação chega. Os cartunistas não souberam identificar a
origem do ataque à suas cuecas.
14h – O cheiro de queimado, de cú queimado paira na barraca. Ninguém
efetua movimentos bruscos, toda e qualquer agitação é vista como ato
de traição.

15h – Com cuecas novas, Fio Fó fundo vão para o centro de Jordan's
Camp começar o périplo de tentar vender para pessoas teoricamente
culturais e mulheres tão lindas que chegam a ser assustadoras.
16h45 – Primeiro fanzine é vendido... Infelizmente consideraram nossa
arte sendo "atentado violento ao pudor". Que audácia! Quiseram nos
castrar, mas como o frio era grande, desistiram da idéia... Já era
suficiente a humilhação que passávamos com aquelas coisinhas
inofensivas...
17h – Vendemos cinco fanzines! A R$ 5 cada! Tá certo que o grupo de
cegos que comprou não era muito cheio da grana, mas aí, como eu sempre
digo, eles já são cegos, o que é um peido pra quem tá cagado?!
17h20 – Horário psicodélico! Todas as gostosas tiram as roupas (ou
seja, todas as mulheres) e começam a dançar rumba. Nos oferecerem a
chave da cidade e três piscinas de cerveza, uma de Baden-Baden
Cristal, uma de Red Ale e uma de 1999. Monges suíços fazem strip-tease
no meio da praça, um palhaço passa correndo e começa a tacar cebolas
em um Corsa azul, o Matanza faz uma apresentação relâmpago com o
Babado Novo, o Fio fica noivo de uma carrocinha de cachorro-quentes,
policiais vestidos de bailarina tentam fazer o pliê, o Fó admite ter
traçado a Ruth Ronci (só no pêlo!), o fundo tenta anotar tudo o que
acontece para contar para a posteridade, mas uma horda de anões
venusianos decide instalar uma sonda anal nele, você gosta de breja?
Bizarrooo!!
17h21 – Policiais tentam prender os três babacas por ficarem correndo
em círculos gritando que são marmotas albinas do Xingu.
17h25 – Somos soltos por falta de provas de que estamos mentindo. Nós
realmente somos marmotas albinas do Xingu, é tudo uma questão de
sobrenome.
18h – Colega aparece com a maravilhosa notícia de que temos uma balada
de graça para comparecer. Pensamentos obscuros se formam na cabeça de
todos.
19h – Cansados de receber "é bonito, mas eu não vou comprar porque eu
tenho que ir ali..." voltamos para o acampamento. Tentamos fazer um
"esquenta", mas no frio de 6°C a única coisa que esquenta é a ponta da
minhoca que acendia o rabo. Mais cerveza ("mano! É cerveza gelada na
temperatura ambiente") e benn liga avisando que, após matar a magrela
feia que estava sentada do lado dele no ônibus e o motorista do
coletivo, ele estava chegando. Os Quatro Cavaleiros do Apocalipse
estavam se juntando, Jordan's Camp nunca mais seria a mesma...
20h – O Quarteto (do Apocalipse, seu imbecil! Não tem nenhuma gostosa
loira que fica invisível entre nós, se bem que seria algo
interessante...) se completa! Como demonstração de afeto ao Benn, Fio
decide vomitar, afinal de contas, ele não tinha comido nada desde o
almoço (hahahahahhahaahha).
21h – Cada um veste quatro camisetas, três jaquetas, duas meias, duas
calças, uma cueca, bonés e tocas para conseguir se locomover pelas
ruas geladas (para um caralho!) de Jordan's Camp. Passamos em um
supermercado e nos abastecemos...
21h30 – Continuamos abastecendo...
21h50 – Calma, filha da puta! Vai tirar a mãe de cima do meu colo?! Me
deixa abastecer em paz!

22h – Com o tanque meio cheio decidimos ir para a tal balada. Na
entrada, Benn ganha xameguinho da hostess (sinônimo de gostosa que
sabe que é gostosa). Prometemos não gastar muito (hahahaahahaha).
23h – Somente o grupo Fio Fó Benn fundo e mais duas coroas. O DJ
decidiu que a balada seria levada pelo espírito matinê da puberdade de
Benn e fundo. Tom Jones e Gala são exaltados como deuses do poperô! Os
dois integrantes soltam a franga, Benn traz uma dose de Absolut e
escuta-se um locutor: "Gentlemen, start your engines!"
0h (sim, ainda é o mesmo dia porque enquanto não dormimos o dia não
vira) – Todo mundo dançando com leveza e bastante viadagem. Benn
decide que seu corpo é belo, que sua dança magistral e que todas as
vaginas estão batendo palminha por ele, logo, nada mais óbvio do que
dançar em um palquinho do lugar... Uma coroa, de fato, gostou da
apresentação...
0h30 – Bandinha de pop-rock começa a tocar os grandes sucessos de Jota
Quest, Skank, Armandinho e Chiclete com Banana, desistimos do recinto.
Basta as ninfetas com mais dinheiro do que nossas próximas quatro
gerações terão.
0h40 – De volta ao acampamento ninguém consegue se agachar para entrar
na barraca. O frio bate a casa dos -5°C. ("Mano! Olha essa cerveza na
temperatura ambiente!")
0h50 – Mais minhoca. Mais chocolate. Mais frio. Sol do meio-dia do
Saara seria extremamente agradável em comparação àquela merda.
1h30 – De conchinha, adormecemos dentro da barraca como somente um
grupo de homens másculos consegue fazer.